quarta-feira, 13 de novembro de 2013

CONHECIMENTO - MANDALA ASTROLÓGICA

Este estudo consiste em voltar nosso olhar e nossa percepção individual para nós mesmos, ajudando-nos a compreender nossa natureza mais profunda e o nosso lugar no mundo.
A mandala é uma ferramenta de diagnóstico sobre quem nós somos e o que devemos fazer para encontrar o equilíbrio adequado em nossas ações diárias.
Enquanto focalizamos nossa atenção para o mundo exterior perdemos nossa capacidade de nos sintonizarmos com nossas reais necessidades.
A validade deste estudo não se limita às questões financeiras ou afetivas, sua finalidade consiste em narrar nossas habilidades e limitações diante de tudo o que nos cerca.
A mandala astrológica centraliza nossa mente e nossas emoções sobre aquilo que nós somos e não em fatos isolados que ocorrem ao nosso redor, é um guia da jornada individual de cada pessoa no mundo, um manual de instrução de como devemos nos adaptar ao mundo sem deixarmos de ser aquilo que somos.
Por meio dos oráculos, podemos entender melhor nosso momento, o que estamos vivendo e como estamos agindo diante dos acontecimentos. Esta é uma das grandes vantagens de prever o futuro: prepararmo-nos melhor para ele ou mudamos nossos planos. Assim, aproveitamos as oportunidades e vivemos melhores os desafios.
“A magia das cartas nada mais é do que o próprio poder alquímico de transformar a vida pela percepção do nosso interior, harmonizando-o com o exterior, conforme a orientação que os símbolos enviam pelos caminhos do inconsciente”.

CONHECIMENTO - NUMEROLOGIA

Roberto Machado presidente e fundador da ABRAN- Associação Brasileira de Numerologia, enfatiza em um trecho de seu livro- "Recursos Avançados de Numerologia" a seguinte frase: "Se o Ser humano soubesse o risco que corre quando ama... não amaria sem consultar um Numerólogo"
A Sinastria Sentimental é o recurso da Numerologia que indica as facilidades ou dificuldades nas relações afetiva entre os seres humanos. Na Sinastria cruzamos e interpretamos as vibrações numéricas do mapa Numerológico dos parceiros em questão e através deste estudo podemos fornecer e esclarecer informações de caráter estritamente pessoal para equilibrar as relações de parceria. Pessoalmente calculei alguns mapas de casais de Sinastria Forte e Fortíssima que apresentavam graves riscos destrutivos para a relação, porque ambos estavam vivenciando inadequadamente a energia de seus números. Quando amamos e convivemos no mesmo espaço físico com o ser amado, os mapas poderão fundir-se, onde o mapa de um interfere no mapa do outro ou até anula-se totalmente. Alguns inconscientemente até abandonam "seus sonhos" e embarcam nos sonhos do parceiro, tamanha a influência manipuladora e intimidadora que estes podem exercer . Não foram poucas as vezes que vi na Numerologia um dos parceiros projetar seu problema no espelho do parceiro. Para quase todos nós, uma boa maneira de entender a nós mesmos consiste em ver as qualidades que apreciamos ou desprezamos no outro. Normalmente aquilo que não apreciamos são os aspectos reprimidos do nosso próprio caráter. Quando chegamos a compreender a dinâmica da Sinastria no contexto das energias que cada um traz em seu mapa e da energia que criamos um com o outro, convertemos o próprio relacionamento num meio poderoso de crescimento pessoal. Enfim o conhecimento elucida e o fato de estarmos conscientes de nossos desafios e capacidade, bem como os desafios e capacidade do parceiro traz uma luz de entendimento e compaixão .... É como se tivéssemos mais "elementos de apoio" para compreender o Todo nas partes de cada um de nós. Uma vez que estas partes "estão claras dentro de nós", não as isolamos e sim incorporamos e abraçamos para investir e trabalhar a relação. Fácil?
Ninguém jamais disse que seria fácil, mas com disposição e boa vontade, uma chance e tanto de evolução!

DESCUBRA O PODER DO CICLO MENSTRUAL - A LUA VERMELHA

(Texto extraído e adaptado da Obra Círculos Sagrados para Mulheres Contemporâneas, Ed. Pensamento)
A “Lua vermelha” representa uma oportunidade mensal ideal para a mulher se libertar de padrões e conceitos limitantes, romper e remover bloqueios e amarras do seu passado (pessoal e ancestral), mudar sua “pele interior” e renascer fortalecida e dignificada pelo poder do seu sangue. À medida que o endométrio se desprende e o sangue começa a fluir, a mulher entra em contato com as energias da morte (do óvulo não fecundado) e do final de uma fase.
Silenciando e avaliando aquilo que deseja, precisa ou quer descartar, ela poderá se libertar do “velho” e abrir espaço para o “novo”. Assemelhando-se a troca de pele da serpente (antigo símbolo da Deusa e da transmutação), a “Lua vermelha” representa um processo de recolhimento, renovação e renascimento.
A cura dependerá da motivação e do empenho pessoal para reconhecer e se mobilizar para a libertação dos conceitos limitantes e prejudiciais. Em vez de reclamar, lamentar, temer e sofrer durante “aqueles dias”, a mulher consciente irá começar a honrar seu sangue menstrual como um verdadeiro elixir de sabedoria, o néctar da Lua, ou sangue de Ísis, a ambrosia (manjar divino) ou soma das antigas culturas da Deusa. Aproveitando o ciclo menstrual como uma pausa abençoada para se interiorizar, meditar, descobrir e direcionar as energias criativas e fortalecedoras da sua essência feminina, a mulher saberá como melhorar e curar sua vida.
A maior parte dos problemas comuns das mulheres tem origem no conflito entre suas necessidades internas e o ambiente e as obrigações externas. O seu tempo e as suas energias são ocupados permanentemente com afazeres e deveres, cuidando da família e da casa, investindo na educação ou profissão, sendo submetida a um contínuo stress que não é compensado por uma auto nutrição. A sociedade é baseada nos ciclos masculinos e solares, que são diferentes dos femininos e lunares. A mulher é obrigada a manter o mesmo ritmo, sem poder respeitar suas flutuações hormonais e energéticas. Isoladas dos seus ciclos naturais e do convívio com outras mulheres, os ajustes psicológicos são precários e o resultado são os sintomas conhecidos como tensão pré-menstrual (TPM), ansiedade, depressão, exaustão, irritação. Durante milénios, nas antigas culturas, honrava-se a necessidade fisiológica, emocional e espiritual da mulher de se recolher, perceber e interagir com o seu mundo interior.
Será necessária uma ampla e gradual mudança na mentalidade atual para que as mulheres reconquistem o seu ancestral e natural direito de terem espaço e tempo reservadas para si mesmas durante sua Lua, sem ter que lidar com considerações negativas e imposições externas a respeito dessas, assim chamada “deficiência”.
A renovação espiritual se processa no recolhimento e na contemplação solitária, no contato com a Natureza e nas práticas e rituais individuais e coletivos. Ao perceber a conexão com o Todo, intensifica-se o poder interior, que será direcionado para a própria nutrição e cura, no nível físico, emocional, mental e espiritual. Honrar o ciclo menstrual não é uma tarefa fácil em uma cultura solar e linear, que não reconhece nem respeita a natureza cíclica feminina. Porém, não é impossível para a mulher reservar um tempo para se recolher, cuidar de si, relaxar, meditar, orar, diminuir responsabilidades, nutrir a mente e o espírito, conectar-se com as emoções, curar feridas e fortalecer-se.

AUTOCONHECIMENTO

EM VEZ DE PASSAR A VIDA SE CHICOTEANDO, QUE TAL SUBSTITUIR A CULPA, ESSE SENTIMENTO TÃO DOLOROSO E DESTRUTIVO, POR UMA PALAVRINHA: COMPREENSÃO?
Até que se prove o contrário, ainda não inventaram uma maquininha que nos faça voltar no tempo e agir de maneira diferente para remediar determinada situação. Somente no cinema isso é possível. Deve ser por isto o tamanho sucesso (já há duas décadas) do filme De Volta para o Futuro: a vontade que muitas vezes sentimos de regressar e fazer tudo de outro jeito. Para aliviar a culpa que nos atormenta. E se naquele dia eu tivesse agido diferente? E se tivesse ido por outro caminho, se dissesse aquela palavra que tanto queria dizer, ou se não tivesse sido teimoso? Ninguém tem bola de cristal para saber o que aconteceria, e o que está feito, está feito. Mas quando essa série de perguntas aparece, a impressão que dá é que a culpa é a mãe das frases no condicional que nos causam mais angústia. Repare. Sem culpa, este tempo verbal não teria a menor graça.
A verdade é que revolver o passado é uma de nossas (vãs) artimanhas para tentarmos nos livrar deste fardo que carregamos nas costas: a culpa. Ela nos faz perder o sono, traz dor no peito, nó na garganta. Martela dia e noite em nossa cabeça. Graças a seu poder devastador, costuma ser utilizada frequentemente e com sucesso como o principal instrumento de quem gosta de fazer chantagem emocional. É amiga e vizinha de outra tinhosa, a vergonha. A culpa se senta como um urubu nos ombros de todos nós, diz o psicólogo James Hollis, diretor do Centro de Estudos Jung de Houston, nos Estados Unidos. Todos nós? Sim, todos. Ninguém está livre de sentir culpa ela é inerente a nossa vida.
É lógico que há quem se sinta mais ou menos culpado. E também há jeitos e jeitos de lidar com esse sentimento. Se não podemos viver sem culpa, também não precisamos fazer com que ela seja corrosiva muito menos que sirva de álibi para remexermos aquilo que já foi feito. O pulo do gato é que a culpa pode, sim, ser um poderoso instrumento de transformação e conhecimento, e até mesmo se converter em um substantivo bastante construtivo: a responsabilidade, por exemplo.

 
(Texto Mariana Sgarioni fotos André Spinolla e Castro)

PALAVRA DE BRUXA

"Você está onde se põe. É a lei da vida. Se você se colocar em um lugar melhor, sua vida mudará e coisas boas começarão a acontecer. A escolha está em suas mãos. Ainda é tempo de mudar... pois o mundo tem muitas coisas boas a oferecer para quem tem a ousadia de buscar."

EXERCÍCIO PARA COMBATER A BAIXA AUTOESTIMA.

AUTO significa uma forma da pessoa se referir a si própria. ESTIMA é o sentimento do bem querer, do respeito, da admiração, da alegria em sentir, em valorizar com dignidade, com afeto e com compaixão. AUTOESTIMA, portanto, é quando alguém se vê como uma pessoa digna de ser amada, respeitada e valorizada, antes e acima de tudo, por si própria.
BAIXA AUTOESTIMA é quando este sentimento está abalado, destruído, impotente ou mesmo falido. É quando você acha que todos são melhores do que você e que sua vida não vale mais a pena. Todos são mais felizes, mais bem sucedidos, mais capazes. No popular, é quando você está se sentindo por baixo.
O que fazer?
Primeiro: pare de se comparar com os outros. Nenhuma impressão digital é igual à outra. Você também é única.
Segundo: desligue os programas da mídia que mostram para você homens e mulheres moldados para consumo. Você não é um carro que precisa mudar de modelo todos os anos para ser consumido. Você é um ser humano dotado de corpo, alma e espírito. Faça isso valer sobre os que querem transformar você em uma marionete.
Terceiro: procure se relacionar com pessoas que aceitam você exatamente como você é. Não minta para você mesma, não represente o que não é e não tente agradar os outros. Seja autêntica e realista. Só a verdade liberta. Se quiser pode obter ajuda fazendo este exercício com imagens mentais durante 21 dias, três vezes ao dia: ao acordar, antes de almoçar e antes de dormir. Eles são rápidos, instantâneos.
Siga as instruções que foram dadas anteriormente e ponha a sua atenção na intenção deste exercício.
O NASCIMENTO DA AUTOESTIMA: Veja, sinta, perceba, imagine ou faça de conta que você está sentado sobre um baú no meio de um deserto. Olhe ao seu redor e veja que o céu esta cinzento e que a terra está seca e desnutrida. Saiba que este deserto representa você. Respire uma vez e abra a tampa deste baú. Imagine-se tirando de dentro dele sementes que você jogará ao seu redor e cada vez mais alto e mais longe. Veja surgir flores, árvores, pássaros, rios. Olhe o céu azul e veja o sol brilhando sobre você. Sinta a sua transformação e um novo ser nascendo de você. Desperte para a luz e para a alegria de amar-se definitivamente. Respire e abra os olhos!

QUEM QUER APRENDER A FAZER AMOR

"Quem quer aprender a fazer amor precisa se esquecer um pouco de sexo. Precisa se esquecer até mesmo do outro. Deve estar em si, antes de tudo. E entender-se com suas raízes selvagens. E deve saber, antes, que o amor rege o mundo. Mesmo quando se esquecem dele. Quem quer aprender a fazer amor deve ser capaz de olhar nos olhos. E no olhar expressar, receber, trocar... Até tocar. Precisa perceber o quanto as almas podem comungar, ainda que os corpos não se conheçam. Deve, ao lado do seu bem – sim, pra fazer amor tem que querer bem –, abrir espaço para que uma canção de derramada beleza os transporte para reinos de ternura. Precisa conhecer seu corpo e ter a bondade de lhe conceder prazer. Precisa investigar o prazer do outro e, se tiver prazer em lhe provocar prazer, que receba o fato como dádiva. Quem quer aprender a fazer amor também deve ser capaz de se aninhar no corpo do seu par e ficar quietinho. E deve ser livre o suficiente para poder chorar de amor. Nunca pode se considerar mestre. Porque os verdadeiros mestres sabem que são aprendizes sempre. Quem quer aprender a fazer amor tem que ser criança no coração e amar a brincadeira. E tem que ter tempo, muito tempo, para fazer amor. Porque a cama a gente prepara muito antes de deitar."

Por: Prem Karima

TEM DIAS... KKK


QUE REALMENTE TUDO É MUITO COMPLICADO!!!

PENSE NISSO

Cada um recebe de acordo com o que dá. Se você der ódios e indiferença, há de recebê-los de volta. Mas se der atenção e carinho, há de ver-se cercado de afeto e amor. Ninguém se, aproxima do espinheiro, por causa dos espinhos, nem do lodo, porque suja. Mas todos apreciam permanecer perto das flores, que espalham beleza e perfume. Cada um recebe de acordo com o que dá.


A TERAPIA DO FEMININO

É uma psicoterapia que nasceu de muitos anos de estudo e da necessidade de uma abordagem que auxiliasse na harmonização da psique da Mulher. A Psicologia dos Mitos Femininos e das Deusas Arquetípicas tem seu enfoque na construção da história de Vida de cada cliente. Essa Terapia não pertence a nenhuma religião, pelo contrário, ela respeita e resguarda a religião de todas as mulheres por entender que somente a ligação com o SAGRADO pode realmente nos curar e trazer significado às nossas Vidas.
Ela não segue roteiros fixos, pois cada encontro entre Terapeuta e Cliente se apresenta como uma sessão viva, sendo um verdadeiro mergulho na Alma que é o manancial de potenciais e forças da Mulher. Em nossas sessões serão trabalhadas as fases e os marcos da vida feminina desde a sua infância até o momento atual sempre tendo como foco a construção de um futuro de realizações. Encontrar nosso mito pessoal, ser a heroína de nossa jornada, saber qual o significado de nossas Vidas, essa é a missão de cada uma de nós.
Durante a nossa Vida, muitos acontecimentos e sentimentos permanecem inconscientes, as vezes como segredos que atrapalham todo o nosso florescer…mas não podemos permanecer assim por muito tempo pois esses conteúdos não olhados e reformulados surgirão como sintomas, doenças, pesadelos, acidentes.
Queremos ajudar a Mulher a olhar para cada aspecto significativo da sua vida e reconstruir o que não estiver estruturado ou destruir aquilo que estiver destinado a morrer. A Psicologia Junguiana é nossa principal abordagem. Em nossas sessões iremos trabalhar os padrões de comportamento que trazem medo, culpa, raiva, fobias e depressão. Poderão ser utilizados recursos alternativos como a Terapia Floral, exercícios da Bioenergética, análise de sonhos, Psicologia das Deusas e outras vivências como meditações orientadas, visualizações criativas e rituais próprios do “Sagrado Feminino”.
A Mulher atual desempenha múltiplos papéis e merece um momento só dela, para poder falar abertamente de suas inquietações e dilemas sem preocupações com julgamentos, preconceitos ou sigilo. Precisamos conhecer as partes sombrias e esquecidas de nossa alma, arejar e revitalizar nossos corações e mentes para encarar aquilo que precisa, realmente, ser modificado em nós.
Exemplos de Indicações da TERAPIA DO FEMININO:
Mulheres dependentes de relacionamentos, mulheres infelizes em suas relações amorosas ou profissionais, mulheres com culpa e sobrecarga de trabalho x maternidade/família; parceiros abusivos e/ou dependente de álcool/drogas; dificuldades sexuais femininas, falta de entusiasmo ou dificuldades em encontrar sua missão de Vida; mulheres com depressão, síndrome do pânico, fobia social, doenças psicossomáticas, obesidade e distúrbios alimentares, depressão pós-parto, mulheres vítimas de abuso sexual e com baixa autoestima.